Sempre tive a impressão que quanto mais tenta se
“intelectualizar” mais imbecil o ser humano fica.
Quanto mais tenta atingir a simplicidade, mais complica.
A religião dos índios, tidos por nós como selvagens
e incultos, sempre respeitou a natureza, da qual todos nós
dependemos e quanto mais “civilizados” mais a agredimos
e desrespeitamos. E nos achamos inteligentes
Quando os espanhóis vieram “conquistar” a América,
ficaram abismados com a quantidade de ouro que o continente
continha e a pouquíssima importância que os nativos
davam a isso. E, assim como os portugueses fizeram aqui no
Brasil quando descobriram as esmeraldas, diamantes e as
minas de pedra “preciosa” (tanto que existe um Estado com
o nome de Minas Gerais) ficaram loucos e tanto aqueles,
como os lusos, roubavam, matavam, e se matavam entre si
por causa das pedras. Agora, pensem um pouquinho só e
me digam: ouro, diamante, prata, esmeralda e outras “preciosidades”,
matam a fome? Refrescam o calor? Agasalham
contra o frio? Que outra utilidade possuem a não ser provocar
inveja, ódio, cobiça e crime? Para que serve uma “jóia”
a não ser para provocar inveja? Uma mulher que usa um
anel de ouro acha que fica mais bonita? Ou é apenas para
mostrar as amigas que ela é rica? Na minha opinião, quem
gasta dinheiro comprando jóia, mostra que é rica em burrice.
Aliás, que me desculpe o animal chamado burro pela
comparação, porque se oferecerem a ele um quilo de capim
que o alimenta ou dez barras de ouro, que literalmente
não serve para NADA, certamente ele terá a inteligência de
preferir o capim. E, modéstia à parte, eu também.
LIÇÃO DE VIDA
A cantora e atriz Marlene, de assumidas
plásticas e perucas, um dos maiores ídolos nacionais
dos anos 50 na Rádio Nacional, está com 88 anos
e se prepara para gravar um DVD para, daqui a dois anos,
festejar seus 90 aninhos. Um belo exemplo para quem aos
60 anos se acomoda no “tô velho pra isso, já estou na
terceira idade”... Ridículo.